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Lenildo Morais, presidente da Fundação Nacional de Saúde
Em 2015, com o rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais, despejou resíduos tóxicos e lama no Rio Doce, contaminando a água em Minas e no Espírito Santo. Desde então, a água do rio vem sendo monitorada. Inicialmente, esse trabalho era feito pela Fundação Renova, que foi extinta em 2024. Agora, com o novo acordo do Rio Doce, o monitoramento passa a ser feito pela Funasa, a Fundação Nacional de Saúde, ligada ao Ministério da Saúde. Esse mês, a Funasa começou a segunda etapa de verificação e testagem da qualidade da água em 173 pontos dos dois estados. O presidente da Funasa falou sobre esse trabalho e também sobre a segurança hídrica proporcionada pelo programa Cisternas, na região do Semiárido brasileiro.
28/05/2026
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19:28
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