Saúde monitora cenário sanitário na fronteira com a Venezuela
Após ataques registrados na Venezuela no último sábado (3), o Ministério da Saúde enviou uma equipe da Força Nacional do SUS a Roraima para monitorar a situação sanitária na fronteira entre os dois países. Até o momento, não há aumento no fluxo migratório no local. SUS informa que está preparado para expandir equipes, estrutura e insumos em caso de agravamento da crise no país vizinho.
06/01/2026
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Após os ataques registrados na Venezuela no sábado, 3 de janeiro, o Ministério da Saúde enviou uma equipe da Força Nacional do SUS a Roraima para monitorar a situação sanitária na fronteira entre os dois países. De acordo com a pasta, até o momento não houve aumento no fluxo migratório na região. Mesmo assim, técnicos estão avaliando a capacidade das unidades de saúde, a disponibilidade de profissionais, vacinas e outros insumos, além da necessidade de eventuais reforços na rede de atendimento.

O ministério informou que está estruturando um plano de contingência para o caso de agravamento da crise no país vizinho. Entre as medidas previstas estão a ampliação de equipes, reforço de insumos e, se necessário, a instalação de estruturas temporárias de atendimento.

Também foram mobilizadas equipes da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS e da área de Saúde Indígena. O governo brasileiro informou ainda que permanece à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde para eventual apoio humanitário.

Segundo o Ministério da Saúde, o acompanhamento da situação na fronteira continua de forma permanente, com foco na prevenção de impactos sobre o Sistema Único de Saúde e no atendimento à população que vive na região.

Da Agência Rádio Gov, em Brasília, José Carlos Andrade