Ministério da Saúde faz força-tarefa para o combate à Chikungunya na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul, e libera R$900 mil para o custeio de ações de vigilância, assistência e controle da Chikungunya. A doença causa febre e dores nas articulações. É transmitida por meio da picada de mosquitos infectados pelo vírus.
Os recursos poderão ser utilizados para intensificar estratégias como vigilância em saúde, controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, qualificação da assistência e apoio às equipes que atuam diretamente no atendimento à população.
Também serão instaladas mil Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), 300 delas para a capital Campo Grande. A estratégia consiste em armadilhas com recipiente plástico e tecido impregnado com larvicida, que atraem o mosquito. Ao entrar em contato com o produto, o inseto passa a disseminar o larvicida em outros criadouros, contribuindo para interromper o ciclo de reprodução.
Outra medida é a busca ativa nos territórios indígenas de Dourados, realizada de forma conjunta pela Força Nacional do SUS e pela Secretaria de Saúde Indígena, nas aldeias Jaguapiru e Bororó.
Para intensificar as ações de cuidado, foi instalada uma Sala de Situação, no Ministério da Saúde, para coordenar as ações federais.
Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Danielle Popov.