Alguns lotes de Mounjaro não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados após serem analisadas características divergentes das que constam no medicamento original. Conhecido popularmente como caneta emagrecedora, o medidamento é usado para tratamento da diabetes tipo 2 e também para perda de peso. A empresa que detém o registro do produto verificou as irregularidades e informou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinou a apreensão de lotes falsificados.
As falhas incluem a utilização de lotes não reconhecidos pela empresa; a utilização de número serial incompatível com o lote informado; uso de dispositivo incompatível com o produto original; e erro de grafia na rotulagem. Os lotes irregulares são os do Mounjaro 10 mg, de número 855044; e Mounjaro 15 mg, de número D880403, MJR 257 e D854901.
Além disso, serão apreendidos medicamentos sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa fabricados por empresas sem autorização de funcionamento. Esses itens não podem ser vendidos, distribuídos, fabricados, divulgados ou utilizados. Entre eles estão todos os lotes da marca PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. A resolução impõe a mesma sanção aos medicamentos produzidos pela Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda; e o produto Mega Viril Lótus Nutri, fabricado pela Muwiz Indústria e Laboratório Ltda.
Segundo a Anvisa, os medicamentos incluídos na resolução, que foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10), não podem ser fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados nem utilizados.
Com redação de Danielle Popov, da Agência Rádio Gov, em Brasília, José Carlos Andrade.