Um levantamento do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional aponta que 57% dos bebês de até seis meses acompanhados pela Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, estavam em amamentação exclusiva em 2025. O índice considera crianças que recebem somente leite materno, sem água, chás, sucos, outros líquidos ou alimentos.
O levantamento parcial de 2026 indica que, até agosto, 59% dos bebês acompanhados estavam em aleitamento materno exclusivo. Os dados consideram apenas crianças acompanhadas nas Unidades Básicas de Saúde.
Famílias cadastradas na Atenção Primária à Saúde podem contar com profissionais qualificados em amamentação desde a gestação. O acompanhamento inclui o período pós-parto e o crescimento da criança, com orientação e suporte durante o processo de amamentação.
De acordo com o Ministério da Saúde, a amamentação desde a primeira hora de vida até os dois anos ou mais é o método mais econômico e eficaz para a redução da morbimortalidade infantil. Já segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, aproximadamente seis milhões de vidas de crianças são salvas anualmente devido ao aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de vida.
Com redação de Diego Freitas, da Agência Rádio Gov, em Brasília, Dilson Santa Fé