Iphan e Universidade Federal de Pelotas fazem mapeamento das rotas de tropeiros no Rio Grande do Sul
A expectativa é encontrar corredores e caminhos de pedra, ruínas de antigas fazendas e outras estruturas associadas às antigas rotas de circulação de pessoas, animais e mercadorias
21/08/2026
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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Universidade Federal de Pelotas fazem um trabalho inédito para mapear as rotas de tropeiros no Rio Grande do Sul. A ideia é identificar, mapear e documentar sítios arqueológicos do ciclo do tropeirismo em quatro municípios gaúchos: Santo Antônio da Patrulha, Bom Jesus, São José dos Ausentes e São Francisco de Paula.

Os tropeiros fizeram a ocupação do território gaúcho a partir do século 18, na época do Brasil colonial. A atividade, econômica e também cultural, era baseada no transporte de gado, mulas e mercadorias por longas distâncias.

A equipe responsável pela pesquisa é formada por professores e estudantes de Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas e tem apoio financeiro do Iphan, de cerca de R$ 170 mil. A expectativa é encontrar corredores e caminhos de pedra, ruínas de antigas fazendas e outras estruturas associadas às antigas rotas de circulação de pessoas, animais e mercadorias pelo território gaúcho.

Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Priscila Machado