Governo Federal considera injusta a recomendação dos EUA de taxar produtos brasileiros
Em entrevista coletiva nesta terça (2), vice-presidente e ministros Márcio Elias Rosa e Dario Durigan rebateram os argumentos dos Estados Unidos.
02/06/2026
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Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, 2 de junho, o Governo do Brasil classificou como injusta a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos de taxar em 25% os produtos brasileiros. A posição foi apresentada pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, juntamente com os ministros Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e Dario Durigan, da Fazenda.

Entre os pontos citados pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA estão o PIX, as “big techs”, acordos do Mercosul com a Índia e o México, o combate à corrupção, a questão da propriedade intelectual, o etanol e o desmatamento ilegal em sua conclusão preliminar anunciada na segunda-feira, 1º de junho, relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil.

Durante a coletiva, Geraldo Alckmin apresentou uma defesa do país em relação às outras justificativas do Escritório do Representante Comercial dos EUA para taxar em 25% os produtos brasileiros. Sobre o PIX, afirmou que a ferramenta “não prejudica ninguém” e que é “altamente benéfica à população brasileira”. Em relação ao combate à corrupção, destacou que o país aprovou, nos últimos 20 anos, 30 dispositivos entre alterações legislativas de combate à corrupção.

A íntegra da coletiva está disponível no portal da Rádio Gov. Para acessar o conteúdo, entre em radiogov.ebc.com.br, clique em “Programas” e, em seguida, em “Áudios do Poder Executivo”.

Com redação de Thayssa Victória, da Agência Rádio Gov, em Brasília, Luciano Seixas.