A Defesa Civil Nacional divulgou, no fim da tarde de domingo, 9 de novembro, um relatório sobre os impactos do ciclone que atingiu municípios do Paraná e do Rio Grande do Sul. Quase 18 mil pessoas foram afetadas. No Paraná, foram registradas sete mortes e 835 pessoas ficaram feridas.
O município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, é o mais atingido. A cidade teve o estado de calamidade pública reconhecido pelo governo federal. De acordo com o boletim, 12.836 pessoas foram afetadas no município, com duas mil desalojadas e 28 desabrigadas. Uma equipe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil está no local para apoiar as ações de resposta.
No Rio Grande do Sul, os temporais se concentraram no Litoral Norte, e provocaram destelhamentos, quedas de árvores, falta de energia e alagamentos. Em Santa Catarina, os impactos foram considerados pontuais pelo governo federal, sem registro de feridos ou necessidade de decretação de emergência.
Para atender a população, diferentes órgãos federais atuam de forma integrada. O Ministério da Saúde enviou a Força Nacional do Sistema Único de Saúde para reorganizar a rede de atendimento. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social mobilizou a ForSUAS para apoio social às famílias afetadas e cadastramento de moradores.
O Ministério da Previdência e o INSS orientam sobre antecipação de benefícios para quem vive nas áreas atingidas. Já o Ministério da Educação garantiu reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio para os participantes da região.
O Ministério das Comunicações atua com a Agência Nacional de Telecomunicações e operadoras para restabelecer telefonia e internet. E o Ministério de Minas e Energia trabalha na recuperação do serviço de distribuição de energia elétrica.
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Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Lucilly Araújo