Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados nessa quinta-feira (30) mostram que o Brasil apresentou, no trimestre encerrado em março, uma taxa de desocupação de 6,1%, o menor índice para o período de toda a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A taxa de desocupação é o indicador que mede o percentual de pessoas com 14 anos ou mais que não têm trabalho, mas procuraram uma vaga de emprego nos últimos 30 dias, em relação ao total da força de trabalho.
Além do menor índice de desocupação para um primeiro trimestre da série histórica, a massa de rendimento médio real, ou seja, a soma das remunerações dos trabalhadores do país, chegou a R$ 374,8 bilhões, outro recorde para o período. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi de R$ 3.722.
No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número de empregados com carteira assinada no setor privado aumentou em 1,3%, com 504 mil pessoas a mais com carteiras assinadas no ano. Já o número de empregados sem carteira no setor privado recuou 2,1% no trimestre. O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre, mantendo-se nos 26 milhões.
Da Agência Rádio Gov, em Brasília, Danielle Popov.